A DOR QUE MACHUCA É A DOR QUE ENSINA.

POR MAIS QUE CHORES E SOFRAS SEMPRE HAVERÁ UMA SAÍDA.

O TEMPO MUDA AS PESSOAS, MAS AS PESSOAS MUDAM COM O TEMPO.


18/07/2018

AS MENTIRAS QUE FALAMOS QUANDO AMAMOS

 
É IMPOSSÍVEL ESQUECER UMA GRANDE PAIXÃO
Recordar com carinho e ter boas lembranças de pessoas que marcaram de forma especial nossa vida é normal e saudável. Mas quando se passam anos e a paixão não diminui e ainda impede o envolvimento com outra pessoas, é caso de pensar de buscar ajuda em psicólogo. Então, se for preciso, não tenha preconceitos em tomar uma atitude deste tipo: isto só demonstra maturidade em lidar com os próprios problemas.
 
VALE APOSTAR NA MUDANÇA DO OUTRO
Acreditar que no futuro a pessoa tende a melhorar certos comportamentos que hoje lhe parecem desagradáveis, só porque você quer, é uma grande armadilha, pense o quanto já é difícil mudar nossos próprios hábitos. Agora, imagine querer fazer isso no outro... A meta de mudar o parceiro deveria ser reinterpretada como uma oportunidade de mudança em nós mesmos, para que assim, descobríssemos uma forma de amar o outro do jeito que ele é.
 
DEMONSTRAR OS SENTIMENTOS É SINAL DE FRAQUEZA
Você faz um bem danado a si mesmo quando é coerente com os próprios sentimentos. Por exemplo, se depois de levar um fora, começar a chorar e implorar pela retomada da relação e mesmo assim não surtir efeito, não se sinta mal por ter feito este papel. Ao liberar seus sentimentos, apostou suas últimas fichas e ainda aliviou seu coração.
 
QUANDO AINDA HÁ BRIGA, HÁ AMOR
Para uns, brigar é como um combustível, uma pimenta na relação. Mas se as brigas são frequentes, esse toque especial é perdido. Neste caso, estresse e desrespeito são consequências certas. Então, se os conflitos já passaram a fazer parte da rotina, não se iluda com frases do tipo "se ele briga comigo é porque se preocupa", a menos que você gosta de uma relação assim.
 
SEJA SINCERO SEMPRE
Tem gente que acha uma grande qualidade falar tudo o que passa pela cabeça, afinal sinceridade é uma característica muito alardeada. Mas realmente não é a todo o momento que a sinceridade é bem vinda. Às vezes, a pessoa só está esperando uma palavra de consolo e carinho e suas palavras "honestas" só vão piorar a situação. Por isso colocar-se no lugar do outro é uma boa medida para saber quando a franqueza é mesmo válida.
 
SEREMOS FELIZES DEPOIS DO CASAMENTO
O casamento pode ser um momento mágico na vida, mas acreditar que os problemas de relacionamento vão passar como em um passe de mágica é, sem trocadilhos, pura ilusão. Se as brigas são uma realidade desgastante no seu namoro e você vê no outro alguns defeitos insuportáveis, aparece outros ingredientes explosivos como problemas de convivência, de divisão de tarefas.
 
SE O RELACIONAMENTO ACABOU, É PORQUE O AMOR NUNCA EXISTIU
Não desmereça o amor que você viveu, mesmo que tenha durado algumas poucas semanas. Se a relação foi intensa, te fez feliz, mas terminou mal, tente deixar de lado as mágoas e guarde apenas os momentos bons, afinal, toda a história de amor é legítima, se houve entrega e cumplicidade.
 
TODOS OS HOMENS(MULHERES) SÃO IGUAIS
Acreditar neste tipo de generalização e não conseguir perceber as infinitas nuances da personalidade humana que não distinguem os sexos e tornam cada pessoa única em certos aspectos indica uma imaturidade emocional e, muitas vezes, também esconde o medo de lidar com os próprios sentimentos e se entregar de verdade em uma relação.
 
PARA A TRAIÇÃO NÃO HÁ PERDÃO
Aceitar certos padrões sociais e de pensamento que não condizem com o que você sente é, no mínimo uma tolice e um ato de covardia contra si próprio. Se você foi traído, mas quer dar uma segunda chance ao parceiro, vá em frente, afinal, é sua felicidade que está em jogo.
 
O AMOR SURGE DO CONVÍVIO
Assim, isolada do seu contexto, esta frase parece ter saído de um livro do século 18, mas ao contrário do que parece, tem muita gente que deposita suas fichas nesta possibilidade. Realmente, o amor pode ser construído de várias maneiras, mas vale pensar se, quando não há nem uma fagulha de atração física, admiração e vontade de estar com o outro, fica bem difícil florescer algo maior.
 
Assim, o segredo para ser feliz, no relacionamento deve haver:
amor, respeito, companheirismo, carinho, conhecimento duplo do casal.
FAZER O QUE GOSTA, ESTAR COM QUEM GOSTA, MORAR ONDE GOSTA, E VIVER COM O PARCEIRO(A) DA MANEIRA QUE AMBOS GOSTAM
 
BHAYSING
 
 

17/07/2018

A MARAVILHA DA MENTE HUMANA DE TODOS NÓS







A mente humana é uma obra maravilhosa. que tem imensos potenciais. A maioria dos potenciais, no entanto, permanece sem uso na maioria das pessoas, uma vez que não somos nós que estamos no comando das coisas, a nossa mente assume o controle de nós.
A nosso mente está correndo pela vida conosco como um carro correndo sem motorista, nos causando sofrimento e tristezas constantes. Mas se pudéssemos controlar nossa mente, nossa vida mudaria completamente. Essa louca velocidade se transformaria em uma dança bonita e criativa, nos dando felicidade, ao invés de dor. A questão é, portanto, como somos capazes de assumir o controle sobre a nossa mente.
Para controlar algo, primeiro precisamos conhecer a coisa em questão- por isso devemos conhecer nossa mente de modo a sermos responsáveis por ela. A coisa mais importante sobre a nossa mente, é que precisamos que ela não é algo que existe separadamente, individualmente, como algum objeto inanimado. A mente humana não é um objeto - é um processo. O processo de constantemente transmitir pensamentos. Esse fluxo de pensamentos é a que percebemos como a mente. Quando esses pensamentos desaparecem, a mente desaparece com eles, pois os dois só podem existir juntos. A natureza básica dos pensamentos é que eles estão em constante movimento, e esse movimento quase automaticamente, cria a mente. Uma característica da nossa mente é que ela continua vagando, vagando: opera em algo como um modo automático.
Os pensamentos vêm e vão o tempo todo. Se tentarmos suprimi-los, isso só será possível com esforços consideráveis e, mesmo assim, por um curto período de tempo. Na maior parte do nosso tempo de vigília, nossa mente vagueia no passado ou no futuro, em nossos pensamentos lidamos com nossa experiência do passado, ofensas que sofremos no passado ou com nossos planos, objetivos e medos futuros.
Outra característica da nossa mente é que ela avalia constantemente as coisas. Isso significa que não vivemos simplesmente nossas experiências, mas também as classificamos como boas ou ruins. Julgamos tudo o que acontece conosco e com todos que encontramos em nossas vidas. Essa categorização permanente pode facilmente levar a uma percepção distorcida do mundo, à medida que avaliamos nossas novas experiências nessas categorias. Se encontrarmos uma experiência negativa, tenderemos a manter - e reforçar - essa categoria para experiências semelhantes no futuro. Nossa percepção será, portanto, seletiva , e só aceitaremos estímulos que reforçam nossa categorização, e tendemos a ignorar aqueles que estão fora de nossas categorias habituais.
Outra característica importante da mente é que ela produz sem dúvida permanentemente histórias. Essas histórias geralmente tem um fim desastroso. Dou um exemplo, de repente, eu tentei lembrar se eu tranquei a porta da minha casa ou não. A mente imediatamente fabrica toda uma história em torno da ideia: deixei aberta, um ladrão veio, meus objetos de valor foram roubados, e a polícia em vez de perseguir o ladrão, vai me assediar com suas perguntas. Muitas vezes experimentamos os fins e as consequências emocionais dessas histórias. Outro tipo de histórias trata de nós, de quem somos, do que gostamos, o que devemos fazer ou deveríamos ter feito.
A maioria das pessoas tende a se identificar com seus pensamentos e histórias pessoais, isto é, com suas mentes. Muitos de nós não estão satisfeitos com o que somos, e gostaríamos de ter uma história pessoal melhor e mais bonita. à por isso que criamos uma imagem mental de nosso desenvolvimento pessoal desejado, e as formas de tornar o trabalho de nossas mentes mais efetivo. A fim de alcançar a imagem mental que nós mesmos criamos embarcamos em um jogo tolo, enquanto tentamos colocar nossas mentes sob nosso próprio controle, e sermos os mestres de nosso próprio desenvolvimento.
Como não conhecemos a natureza da mente, este empreendimento está destinado ao fracasso desde o começo. Este jogo é tolo, já que na verdade metade da mente tenta trazer a outra metade sob controle. Nossa própria mente considera nossa própria imagem mental de nosso bem de desenvolvimento pessoal. Ao mesmo tempo, esta metade da mente considera a outra metade, a que desejamos mudar, ruim. As imagens mentais lutam umas contra as outras, tentando superar umas às outras, usando as armas da percepção seletiva e da fabricação da história.
A luta continua, com a mudança de sorte, durante toda a nossa vida. Às vezes, acreditamos que estamos fazendo algum progresso, estamos melhorando e, algumas semanas, meses o anos depois, caímos no abismo do desespero. Muitos de nós jogamos esse jogo tolo durante nossas vidas, porque somos incapazes de reconhecer o simples fato de que uma mente é incapaz de superar a si mesma.
Podemos talvez, com o máximo esforço suprimir o que acreditamos ser ruim em nós. Isso é, no entanto, apenas uma vitória virtual, levando-nos à virtual calma e desenvolvimento pessoal, porque quando o nosso poder diminui, as forças reprimidas se desprendem novamente destruindo todos os resultados temporários que alcançamos anteriormente levando os resultados do nosso desenvolvimento pessoal.
Agora podemos ver que o caminho que conduz ao nosso controle sobre nossas mentes não leva a apaga-las. Não é possível controlar a mente no sentido comum da palavra. Em parte porque existe apenas em suas funções e operações, e em parte porque não há ninguém para controla-lo. Metade da mente, como vimos, não controla, apenas suprime a outra metade.
Para poder controlar nossas mentes, devemos sair fora delas. Essa afirmação pode soar surpreendente para muitos de nós, já que tendemos a nos identificar plenamente com nossas mentes e suas operações.
Enquanto essa identificação for forte, não poderemos sair da dança maluca de nossas mentes; nós teremos que simplesmente sofrer suas consequências.
Hoje em dia, no entanto, cada vez mais pessoas começam a perceber e experimentar que somos mais do que nossas mentes, mais do que nossos pensamentos e emoções, e a história pessoal que esses pensamentos e emoções constroem. Nossa atenção não é mais completamente envolvida, contando nossa história pessoal e identificando-se com essa história pessoal, e nos tornamos cada vez mais sensíveis às dimensões mais profundas de nossa vida. Também começamos a notar as quebras entre os pensamentos e começamos a nos voltar para esses portões que vão além da mente.
Nessas quebras entre pensamentos, a mente não funciona, não está lá, simplesmente desaparece. O resto ali é a consciência vigilante. Se formos capazes de nos enraizar nessa consciência alerta, reconhecemos que esse estado de alerta vigilante é tolerante com a mente e suas operações.
Veremos que não há de errado com os pensamentos, nada de errado com as operações da mente. Não é necessário lutar contra a mente, pois ela não é um inimigo, apenas um instrumento que, sem controle, tende a funcionar de maneira caótica.
Só temos a chance de conhecer a verdadeira natureza dos pensamentos e as funções da mente, se nos separarmos  deles, mantermos distância e não considera-los como inimigos. Eles irão revelar seus segredos para a consciência alerta, observando sua afeição, e nos veremos os tons sutis da mente, os jogos que ela toca e os sonhos que ela evoca
Essa atitude tolerante, alerta e vigilante para com as funções da mente nos dará a capacidade de parar nosso pensamento sem esforço. Uma vez que o pensamento foi suspenso, o fluxo contínuo de pensamentos para a própria mente desaparece e para de funcionar.
Agora, não buscaremos nossa própria identidade em uma identificação com a mente, uma vez que encontramos nosso verdadeiro centro, nosso verdadeiro eu, nosso alerta observando a consciência. Estaremos conscientes de que os pensamentos e a mente não desapareceram realmente, eles ainda estão lá, apenas em estado dormente. Nosso atitude em relação aos pensamentos e à mente irão mudar completamente naquele momento. Nós pensamos quando necessário, e nós precisamos da mente, nós a colocamos de lado. A mente não mais domina nossa vida, não é mais que uma ferramenta obediente que usamos ou não usamos como nos agrada.
É quando percebemos quão maravilhoso é um instrumento da mente, e agora podemos usá-lo para seu propósito original. E o propósito da mente é servir como um meio de conexões para nos conectar ao mundo uns aos outros. Através da mente, usada com a consciência alerta, as energias criativas são liberadas para o mundo e criam uma maravilhosa harmonia.

BHAYSING
 
 
 

15/07/2018

VOU DEIXAR TODAS AS COISAS ACONTECEREM


Hoje decidi que vou dar um descanso para o meu coração  e deixar os acontecimentos fluírem e as coisas acontecerem como tiverem que acontecer. Talvez seja o momento de não esconder tanto as minhas emoções, permitir que elas nasçam espontaneamente sem medos e sem censura. Acredito que preciso me dar a opção de não forçar as coisas e não continuar nadando contra a corrente.
Muitas vezes procurei experiências que não eram boas para mim, e ao invés de tentar me livrar delas, desejei que elas fossem como eu queria. Então me esqueci dos efeitos negativos e tentei me adaptar para encaixar o que não se encaixa, e isto me causou muito sofrimento.
Deixei a vida chegar, com as portas entreabertas, com os pés firmes no chão e sem correntes. Afirmo, que as prisões nunca foram boas, principalmente aquelas invisíveis que nós mesmos nos colocamos e em seguida esquecemos onde guardamos as chaves.
Adeus às proibições, ao medo, a pressão, a frieza, ao pânico e ao controle excessivo das situações. Deixe as coisas acontecerem.
Que chegue quem tem que chegar, que se vá quem tem que ir, que doa o que tem que doer... que passe o que tem que passar.
Os efeitos secundários de forçar uma situação. Na maioria das vezes em que eu acho que tenho as minhas emoções sob controle estou completamente enganado. Interajo com elas com tanto cuidado que acabo forçando as situações e perdendo o controle. Reprimir, esconder, negar ou disfarçar o que sentimos ao invés de demostrar o sentimento que nos permite ouvir e conhecer melhor a nós mesmos. Eu percebi que em algumas situações eu queria parar ou acelerar o tempo, sair correndo para depois me arrepender, negar a sinceridade enquanto procurava lá fora... E tenho consciência das oportunidades perdidas que poderiam ter me ajudado a ser muito mais feliz.
A chave é deixar as coisas acontecerem naturalmente. Agora eu percebo que quando nós nos libertamos do desejo de que as coisas da forma como desejamos e não como devem acontecer, tudo começa a se acomodar. Dessa forma, os acontecimentos começam a fluir, crescer e encaixar as coisas naturalmente.
É necessário esperar, com a ajuda do tempo, para não tomar decisões precipitadas diante do inesperado e desfrutar das situações. Não se preocupe com o que ainda não aconteceu e deixe que o futuro aconteça harmoniosamente, sem tentar mudar os acontecimentos.
A primeira coisa é levar em conta que "deixar fluir" ou "deixar crescer" não é equivalente a não se esforçar ou não fazer nada, mas é estar consciente de que existem muitas coisas que não podemos controlar.
A vida muda constantemente e de forma imprevisível, arrastando com ela os nossos planos, sonhos, e os projetos, e inclusive nós mesmos. Temos que pensar tudo é temporário e até mesmo o tempo precisa da nossa atenção: a pressa, as obsessões e as exigências que temos com ele podem se voltar contra nós mesmos. Precisamos ter paciência para o que tem que acontecer aconteça. Assim, não corra na frente do futuro.
A FELICIDADE ESTÁ NAS COISAS QUE VOCÊ NÃO PLANEJA, NAQUELAS QUE VOCÊ NÃO VÊ CHEGAR
 
BHAYSING
 

12/07/2018

QUANDO O AMOR ACABA.ONDE ANDA O AMOR DA SUA VIDA AGORA?

 
Sim, é difícil aceitar quando o amor acaba, e hoje em dia parece que os relacionamentos chegam ao fim com cada vez mais frequência, famílias se separam ou terceiras pessoas aparecem. O amor chega ao fim e começam a surgir as dúvidas sobre o que podemos fazer nesse momento. É melhor que o outro tome a iniciativa ou que você tome a decisão de acabar com o relacionamento?. Não pode existir parte fácil em nenhuma das duas posições? Sempre é duro ao abandonar ou ter que deixar algo que nos fez feliz, ver como o tempo vai acabando com as forças para manter unidas duas pessoas que acreditavam ser fortes para permanecerem juntas. No entanto, manter algo pelo que foi um dia também não é um boa opção.
Tomar a decisão de terminar um relacionamento sempre será difícil, por isso é preciso avaliar os prós e os contras antes de fazê-lo. Algo mudou? Pode ter solução? Quero consertar ou não quero mais lutar por essa relação?É cansaço ou falta de vontade? Acredito que mereço algo melhor?
Avaliar todas estas perguntas permite tomar um tempo de reflexão e se assegurar um pouco mais antes de tomar uma decisão que,ainda que possa não ser correta, pelo menos será adequada no momento.
A impulsividade, a raiva ou a tristeza não nos levam a boas decisões, por isso é preciso esperar e refletir, dar um tempo e se permitir sentir para poder escolher. É possível recuperar um amor apagado? Aqui não há teorias gerais que possam ser aplicadas a todos os casais. Alguns casais encontrarão a fórmula secreta para recuperar o amor e outros não conseguirão, ou inclusive não vão querer nem tentar.
Podemos apenas ter certeza de que, se quiserem e tentarem, podem conseguir. Em um relacionamento as duas pessoas tomam decisões e trabalham para manter o amor e a magia no dia a dia. Quando se quer recuperar algo e os dois trabalham em uma mesma direção para conseguir alcançar esse objetivo em comum, cada um põe sua melhor intenção porque quer e sabe que ainda há amor.
Sabemos que o amor acaba, mas isso vai acontecer quando os dois ou algum deles deixar de tentar e de trabalhar pelo relacionamento. Se você acredita que ainda resta algo pelo que lutar, então faça, esgote suas forças e depois tome as decisões, porque se você ainda quer, ainda é possível tentar. Que não fique depois o arrependimento por não ter ao menos tentado.
As diferentes etapas não significam que o amor acabou. O amor vai passando por etapas, e acreditar que ele acabou por estar em uma etapa diferente do começo é um erro, e um erro mais comum do que imaginamos. Passar pela etapa da paixão é fantástico, mas não é totalmente real.
Precisamos conhecer nosso parceiro da forma como ele é, e isso é o que nos dará a oportunidade de amar de verdade, sem vendas e ilusões. Pode ser que o amor se acabe, e quando isso acontecer, será preciso seguir seu caminho. Tomar a decisão de terminar um relacionamento pode ser difícil, mas talvez a dor seja só algo passageiro depois do fim, e dentro de algum tempo sejamos capazes de ver  que perdíamos com alguém que já não nos fazia feliz.
O amor é um caminho longo e, às vezes, complicado: por isso, em alguns casos terminar um relacionamento significa manter uma pitada de amor entre os dois de uma forma diferente e outras vezes, puxar muito algo que já está acabado pode quebrar os dois extremos de quem puxa. Tome um tempo para refletir e pergunte a si mesma:
A PESSOA QUE ESTÁ AO SEU LADO HOJE É A MESMA QUE VOCÊ CONHECEU A TEMPOS ATRÁS? E A MESMA QUE VOCÊ QUER VIVER O FUTURO ? A INTENSIDADE DO SEU AMOR É A MESMA?
 
BHAYSING
 
 
 
 
 
 
 
 

04/07/2018

O PERIGO DAS SUAS EMOÇÕES ACORRENTADAS








 
Em certos momentos da vida você pode se sentir bloqueado emocionalmente e sem saber expressar aquilo que sente. Talvez você se sinta incapaz de identificar o estado do seu humor e que o perceba como um fantasma, cuja silhueta você não consegue definir.
"Cada um de nós é seu próprio clima e determina a cor do céu dentro do universo emocional que habita". A questão é que, por diversos motivos, em alguns momentos de nossas vidas nossas emoções se encontram encapsuladas, como se estivessem trancadas em uma jaula, resistindo sair. enquanto vão criando um tremendo mal-estar internamente trazendo influência tanto no nosso corpo quanto nas relações com outras pessoas. Isto já lhe aconteceu alguma vez?
Talvez você tenha passado meses perambulando na tristeza, sem conseguir coloca-la em lágrimas, sem exterioriza-la ou compartilha-la. Talvez você tenha sentido impotência por alguma situação que achava injusta mas se calou, não soube identificar a sua raiva por alguma frustração você não se manifestou o quão contente estava por medo de ferir, ou simplesmente teve  a sensação de que não sabia como se sentia, o que desejava ou para onde ia...
Você simplesmente o guardou, abraçou um veneno do mesmo jeito que a pessoa que guarda um tesouro. Seja qual for a situação ou a experiência vivida, você não soube ou não pode se expressar completamente, reprimiu suas emoções. Estas se encontravam acorrentadas, isto é bloqueadas e se acumulando no seu interior.
Guardar  as emoções vai gerando um peso, criando uma carga emocional perigosa e difícil de suportar, você "sangra por dentro", às vezes chegando a  repercutir no próprio corpo. É preciso aprofundar.
Se deixamos de saber e experimentar o que sentimos, seja de forma consciente ou inconsciente, deixamos de estar conectados a nós mesmos. As emoções são necessárias e senti-las é útil. É muito importante se permitir, pois manifestá-las é um privilégio; elas são a ponte para nos conhecermos e sabermos do que precisamos.
O que acontece é que, na maioria das vezes, fomos ensinados a reprimi-las desde de pequenos, considerando-as perigosas. Por isso. achamos normal negá-las ou controla-las. Assim, vamos aprendendo desde a nossa infância a deixar de experimentá-las e a manda-las para o nosso inconsciente. Entretanto, se as emoções não forem expressadas, não serão superadas, permanecendo de alguma forma em nosso interior, em nossos corpos nos invadindo.
O problema é que as emoções acorrentadas em nosso interior podem se transformar em uma forma de ser ou de enfrentar a vida, estabelecendo-se como se fossem totalmente normais no adulto: o bloqueio emocional como forma de proteção para não sentir tanta dor.
Assim, vamos suportando cargas com uma grande quantidade de dor não reconhecida e não descarregada, bloqueando as nossas necessidades. Não nos permitindo crescer nem evoluir, já que nos limitamos. Acabamos nos desconectando do que sentimos, nos fazendo de surdos para a nossa voz interior, e ainda por cima, vivendo de forma automática.
E mesmo que sentir cause um certo medo, que seja difícil expressar o que acontece no plano afetivo ou que você não queira atravessar a dor, conseguir fazer tudo isto é fundamental para poder se curar.
O problema surge, como dissemos, quando guardamos ou reprimimos aquilo que sentimos, quando não reconhecemos as nossa feridas; vivemos anestesiados e como se estivéssemos dormindo. Os nossos sentimentos e emoções são energia, e se não os expressarmos, ficaremos sem ela. Não está errado, de vez em quando e principalmente frente a situações de especial importância, nos perguntarmos o que estamos sentindo e refletirmos durante alguns minutos com total sinceridade.
É nece3ssário aceitar toda a sua gama de emoções para ter uma vida plena. mas tendo cuidado para não expressá-las de forma extrema. O segredo está no equilíbrio, o ponto médio. Devemos ser conscientes de que nossas emoções funcionam como indicadores ou alarmes do que nos acontece dentro de nós.VOCÊ TEM QUE TIRAR AS CORRENTES DE SUAS EMOÇÕES REPRIMIDAS E CONHECER VOCÊ INTERIORMENTE, ASSIM SE SENTIRÁ MAIS FELIZ
 
BHAYSING
 
 
 
 



 

  •                                    

30/06/2018

A MORTE NÃO EXISTE

                        

Sobre a terra, tudo é ilusão, tudo se transforma de um instante para o outro. O que conta é o que guardamos dentro de nós, tudo mais há de ficar com o corpo, que se desfará em pó.
Devemos aceitar a chegada da chamada morte, assim como o dia aceita a chegada da noite - tendo confiança que, em breve, de novo há de raiar o sol.
A morte é uma simples mudança de estado, a destruição de uma forma frágil que já não proporciona à vida as condições necessárias ao seu funcionamento e à sua evolução. Para além, abre-se uma nova fase de existência. O espírito, debaixo da sua forma fluídica, imponderável, prepara-se para novas reencarnações; acha no seu estado mental os frutos da existência que findou.
Por toda parte se encontra a vida. A natureza inteira mostra-nos, no seu maravilhoso panorama a renovação perpétua de todas as coisas. Em parte alguma há a morte, como, em geral, é considerada entre nós; em parte alguma há o aniquilamento; nenhum ente pode parecer no seu princípio de vida, na sua unidade consciente. O universo transborda de vida física e psíquica. Por toda a parte o imenso formigar dos seres, a elaboração de almas que, quando escapam às demoradas e obscuras preparações da matéria, é para prosseguirem, nas etapas da luz, a sua ascensão magnífica.
A vida do homem é como o sol das regiões polares durante o estio. Desce devagar, baixa, vai enfraquecendo, parece desaparecer um instante por baixo do horizonte. É o fim, na aparência; mas, logo depois, torna-se a elevar-se, para novamente descrever a sua órbita imensa no céu.
A morte é apenas um eclipse momentâneo na grande revolução das nossas existências; mas, basta este instante para revelar-nos o sentido grave e profundo da vida. A própria morte pode ter também a sua nobreza, a sua grandeza. Não devemos teme-la, mas, antes, nos esforçar por embeleza-la preparando-se cada um constantemente para ela, pela pesquisa e conquista da beleza moral, e beleza do espírito que molda o corpo e o orna com um reflexo augusto na hora das separações supremas.
A maneira por que cada qual sabe morrer é já, por si mesma, uma indicação do que para cada um de nós será a vida no espaço. Há como uma luz fria e pura em redor da almofada de certos leitos da morte. Rostos, até aí insignificantes, parecem aureolados por claridades do além. Um silêncio imponente faz-se em volta daqueles que deixaram a terra. Os vivos testemunhas da morte, sentem grandes e austeros pensamentos desprenderem-se do fundo banal das suas impressões habituais, dando alguma beleza à sua vida anterior. O ódio e as más paixões não resistem a esse espetáculo. Ante o corpo de um inimigo, abranda toda a animosidade, esvai-se todo o desejo de vingança. Junto de um esquife, o perdão parece mais fácil, mais imperioso o dever.
Toda a morte é um parto, um renascimento; é a manifestação de uma vida até aí latente em nós, vida invisível da terra, que vai reunir-se à vida invisível do espaço.
Depois de certo tempo de perturbação, tornamos a encontrar-nos, além do túmulo, na plenitude das nossas faculdades e da nossa consciência, junto dos seres amados que compartilharam as horas tristes ou alegres da nossa existência terrestre. A tumba apenas guarda pó. Elevemos mais alto os nossos pensamentos e as nossas recordações, se quisermos achar de novo o rastro das almas que nos foram caras.
Nas peçais às pedras do sepulcro o segredo da vida. Os ossos e as cinzas que lá jazem nada são, ficai sabendo. As almas que os animarem deixaram estes lugares, revivem em formas mais sutis, mais apuradas. Do seio do invisível, onde lhes chegam as vossas orações e as comovem, elas vos seguem com a vista, vos respondem e vos sorriem.
A revelação espírita ensinar-vos-á a comunicar com elas, a unir os vossos sentimentos num mesmo amor, numa esperança inefável. Muitas vezes, os seres que chorais e que ides procurar no cemitério estão ao vosso lado. Vêm velar por vós aqueles que foram o amparo da vossa juventude, que vos embalaram nos braços, os amigos, companheiros das vossas alegrias e das vossas dores, bem como todas as formas, todos os meigos fantasmas dos seres que encontrastes no vosso caminho, os quais participaram da vossa existência e levaram consigo alguma coisa de vós mesmos, da vossa alma e do vosso coração. Ao redor de  vós flutua a multidão dos homens que se sumiram na morte, multidão confusa, que revive, vos chama e mostra o caminho que tendes que percorrer. A morte, ó serena majestade! tu, de quem fazem um espantalho, és para o pensador simplesmente um momento de descanso, a transição entre dois atos de destino, dos quais um acaba e o outro se prepara.
Quando a minha pobre alma, errante há tantos séculos através dos mundos, depois de muitas lutas, vicissitudes e decepções, depois de muitas ilusões desfeitas e esperanças adiadas, for repousar de novo no teu seio, será com alegria que saudará a aurora da vida fluídica; será com ebriedade que se elevará cansado pó terrestre, quem estremeceu neste mundo e que a esperam.
 através dos espaços insondáveis, em direção aqueles que a esperam. Para a maior parte dos homens, a morte continua a ser o grande mistério, o sombrio problema que ninguém ousa olhar de frente. Para nós, ela é a hora bendita em que o corpo cansado volve à grande natureza para deixar à psique, sua prisioneira, livre passagem para a eternidade.O
Esta eternidade é a imensidade radiosa, cheia de sóis e de esferas. Junto deles, como há de aparecer raquítica a nossa pobre terra. O infinito envolve-a por todos os lados. O infinito na extensão e o infinito na duração, eis o que se nos depara, quer se trate da alma, quer se trate do universo.
Assim como cada uma das nossas existências tem o seu termo e há de desaparecer, para dar lugar a outra vida, assim também cada um dos mundos semeados no espaço tem de morrer, para dar lugar a outros mundos mais perfeitos.
Dia virá em que a vida humana se extinguirá no globo esfriado. A terra, vasta necrópole, rolará soturna, na amplidão silenciosa. Hão de elevar-se ruínas imponentes nos lugares onde existiram Roma, Paris, Constantinopla, cadáveres de capitais, últimos vestígios das raças extintas, livros gigantescos de pedra que nenhum olhar carnal voltará a ler. Mas, a humanidade terá desaparecido da terra somente para prosseguir, em esferas mais bem dotadas, a carreira de sua ascensão. A vaga do progresso terá impedido todas as almas terrestres mais bem preparadas para a vida.
É provável que civilizações prodigiosas floresçam a esse tempo em outros planetas; ali se hão de expandir humanidades renascidas numa gloria incomparável. Nestes, é o lugar futuro dos seres humanos, o seu novo campo de ação, os sítios abençoados onde lhes será dado continuarem a amar e trabalhar para o seu aperfeiçoamento.
No meio dos seus trabalhos, a triste lembrança da terra virá talvez perseguir ainda esses espíritos mas, das alturas atingidas, a memória das dores sofridas, das provas suportadas, será apenas um estimulante para se elevarem a maiores alturas.
Em vão a avocação do passado, lhes fará surgir à vista os espectros da carne, os tristes despojos que jazem nas sepulturas terrestres. A voz da sabedoria dir-lhes-á. Que importa as sombras que se foram! Nada perece. Todo o ser se transforma e se esclarece sobre os degraus que conduzem de esfera em esfera, de sol em sol, até Deus. Espírito imorredouro, lembra-te. "A MORTE NÃO EXISTE"
 
BHAYSING
 
 
 
 
 

 


17/05/2018

QUANDO VOCÊ TEM QUE CURAR UM AMOR QUE DÓI






ÀS VEZES O AMOR É ÓTIMO! Outras vezes o amor dói. Experimentar o amor é uma necessidade universal, então como curar e amar de novo quando nossos entes queridos nos feriram?
às vezes nossos entes queridos nos ferem. Os pais podem ficar físicos ou desaparecer de nossas vidas. As mães podem nos trair com sua raiva e falta de apoio. Um melhor amigo pode chocar-nos virando as costas para nós. Um cônjuge pode ser infiel e destruir a nossa confiança. Nossos filhos podem seguir um caminho destrutivo que certamente esmagará nosso coração. Estas são algumas das grandes mágoas da vida que nos deixam imaginando como nós curaremos.
Mas também há pequenas feridas que podem se transformar em montanhas de ressentimentos senão as abordarmos. Palavras furiosas são trocadas durante um argumento. Um amigo negligencia sua amizade. As pessoas o aceitam sem nem mesmo saber. Seu filho rejeita você em um momento de mágoa e frustração.
Agarrar-se a mágoa ou raiva é destrutivo para nossa saúde emocional, espiritual, física e relacional. Ele drena nossa energia, tenciona  nossos relacionamentos e tira a alegria de nossa vida. Então como podemos curar nosso coração quando o amor machuca?
Nossa reação inicial quando alguém nos machuca ou nos trai é frequentemente raiva. Talvez nos sintamos violados ou desrespeitados. Queremos talvez atacar e fazer a outra pessoa doer. Abster-se de fazer isso. A raiva expressa quando estamos feridos pode ser distorcida e prejudicial aos nossos relacionamentos. Tire algum tempo para lidar com sua raiva de outra maneira. Converse com um amigo de confiança, conselheiro de vida. Expresse seus sentimentos em um diário ou escreva uma carta para a pessoa que te machucou.
Busque a verdade e o entendimento: como você pode entender melhor a pessoa que te machucou? Que verdade você precisa saber sobre a outra pessoa? As vezes as pessoas machucam porque estão sofrendo também. Outras vezes, as pessoas nos machucam involuntariamente. Peça a verdade e esteja disposto a ouvir, aceitar e abraçar. Compartilhe sua verdade e ajude a outra pessoa a compreender você.
Experimentar a dor e o sofrimento não é fácil. No entanto, geralmente há uma lição a ser aprendida com a nossa dor. O que você não está ou não prestou atenção? O que essa experiência lhe ensina sobre você e a outra pessoa? Quais mudanças precisam ser feitas como resultado da sua dor? Enquanto o drama humano inclui a dor, temos uma escolha em como visualiza-lo. Somos todos humanos e todos cometemos erros. Alguns erros são piores que outros, e alguns enganam mais do que outros. A maioria de nós está fazendo o melhor que podemos em qualquer situação.
As pessoas fazem escolhas baseadas em seu passado, em seus sistemas de crenças e no pensamento coletivo passado e humano da humanidade. 
Infelizmente, as pessoas às vezes fazem escolhas que nos prejudicam. Precisamos de graça quando fazemos escolhas que ferem nossos entes queridos também precisam de graça.
Aceite os depósitos de amor. Quando nos machucamos, às vezes é difícil aceitar as desculpas e tentativas de compensar nossos entes queridos. Uma maneira de curar um coração ferido é permitir-se realmente sentir os sinceros depósitos de amor que são feitos em sua conta bancária emocional. Talvez o amor venha da pessoa que te machucou, mas talvez não. Procure e aceite o amor que está sendo dado a você.
Com a mágoa vem a tristeza. Talvez você se sinta triste com o que aconteceu. Talvez você se sinta triste com o que não recebeu. As vezes a tristeza é uma indicação de que você precisa lamentar a perda de um sonho. Permita-se sentir a tristeza, deixe as lágrimas fluírem. Chorar é um ritual muito catártico.
Quando nossos entes queridos nos ferirem continuamente, talvez precisemos estabelecer limites para que a cura aconteça. Uma criança pode precisar ir ao seu quarto quando sua raiva é destrutiva. Você pode precisar encerrar uma conversa com alguém que está machucando você. E até possível que você precise encerrar um relacionamento que está repetidamente prejudicando sua autoestima. A cura não pode acontecer senão nos cuidarmos. E as pessoas não começarão a nos tratar com respeito até que nos respeitemos.
Por fim,  precisamos perdoar para que possamos seguir em frente com a vida. Perdoar não significa que toleramos o comportamento de nossos entes queridos. Isso não significa que permitimos que os outros continuem nos machucando. Perdoar significa abandonar todo o ressentimento e o desejo de punir a outra pessoa. Em nosso coração, significa que cancelamos a dívida que sentimos que os outros nos devem.
As vezes, a única maneira de conhecer o amor é experimentar o que o amor não é. Seja qual for a pergunta, desafio ou decisão, o amor é sempre a resposta. A cura das mágoas nos aproxima do amor, assim você deve, pensar, compreender, agir e viver.
 
BHAYSING
 
 
 
 
 
 
 
 
 


16/05/2018

QUANDO UM RELACIONAMENTO VIRA PRISÃO







Somente permanecemos em situações difíceis e tristes quando temos algo de nós presos àquela circunstância. Ainda existe uma identificação, seja positiva ou negativa, que nos impede de sair, de alçar novos voos. Acabamos ficando presos e enredados na conjuntura e não vemos saídas. Porém, nem sempre temos consciência dos atos que praticamos, nem do que eles podem nos causar.
Muitas vezes agimos às cegas, mas isso não nos impede de sofrer consequências... Noto que determinadas pessoas acreditam que o fato de "amarem" alguém lhes dá carta branca, passe livre, direito e autorização para fazerem em nome desse amor, inclusive para criarem situações muito constrangedoras, "armarem barracos". Isso costuma acontecer principalmente quando não são correspondidas ou deixadas, seja lá qual for a razão ou motivação.
AMOR NÃO SE PEDE NEM SE IMPÕE.
Não sim nem se mendiga nem se implora. Tem que ser natural e sim espontâneo. Amor não pode ser peso nem prisão; tem que ser leve, bom, prazeroso. Não algo que nos faz sofrer e chorar. Quando isso acontece, com certeza não é amor.
Pior do aquele que mendiga amor é aquele que sabe do amor que o parceiro(a)tem por ele(a) e o constrange, manipula, usando o sentimento contra quem o sente. Alguns chegam a usá-lo como "arma" contra aquele que ama, às vezes movidos pela vaidade, pela imaturidade, pelo egoísmo e pelo desejo de controle. Acabam por não "soltar" a pessoa que os ama, não deixando-a partir.
Outros - por ainda não estarem certos, conscientes e seguros do próprio sentimento e da decisão tomada - prefere "cozinhar" aqueles que amam em "mais ou menos". A sua maneira, falam uma coisinha aqui, jogam outra ali, fazem um gesto acolá, mas jamais deixam clara a situação ou falam a verdade ao outro.
Com certeza, sabem que - uma vez a verdade dita claramente, sem rodeios, a pessoa se libertará e provavelmente irá embora. Chega a ser desumano, maldoso, fazer uso dessa estratégia para "prender" alguém  por ainda não estar certo se ama ou não. Então certamente, não é quem deve "soltar"  que prende a quem ama, mas sim este é que se deixa prender por uma falta de posição e definição daquele que está em dúvida de sua escolha, uma vez que tal sujeito ainda cria alguma expectativa e acena com falsas esperanças, sinais convenientes para a outra parte.
Se não a ama mais, se cansou, se mão quer mais, diga. Seja honesto. corajoso, e fale. De ao outro a oportunidade de lidar com a própria rejeição sentida. Será difícil, mas uma hora passara. O que não passa machuca é a humilhação de se colocar na eterna posição de espera da decisão. Isso é cruel.
Percebo que as pessoas que adotam essas posturas em relação ao outro jamais levam em consideração ou respeitam o sentimento daqueles que as amam, muito menos ao ser humano, que está na outra ponta da relação. Seguem agindo assim, movidos pelo próprio umbigo, por grande tempo, repetidas  as vezes, até terem certeza de que já estão prontos, de que a hora e o momento exato parece que já chegou ou de encontraram alguém mais interessante. Então, sem qualquer aviso prévio, vão e pronto.
ASSIM, AGEM AS PESSOAS ENTRE SI, EM UM RELACIONAMENTO, SOLTEIROS OU CASADOS.
 
BHAYSING
 

 

29/04/2018

O QUE TORNA TUDO TÃO URGENTE NA CERTEZA



O que torna tudo tão urgente não é a certeza de que quando ficarmos velhos a gente vai morrer. Mas a incerteza do instante da morte, que pode ser daqui a um segundo, ou se a gente tiver sorte, lá na frente beirando os cem anos.
A gente vai morrer. Isso sempre esteve acordado, num contrato assinado desde que a gente nasceu, mas só nos damos conta quando a vida apronta e num piscar, de repente, nos avisa que quem a gente ama tão cedo morreu. E tudo fica tão urgente que pouco importa senão fizemos o clareamento nos dentes, senão cinco quilos, senão trocamos de carro esse ano, se o vizinho nos chateou.
E tudo fica tão urgente, que definitivamente ganhamos a consciência do valor de cada segundo. Ele tinha trinta anos e morreu dormindo, depois de pegar no sono sorrindo assistindo uma comédia. Ataque fulminante do coração. Ela tinha vinte e seis anos, saia do curso de inglês quando morreu atropelada por um caminhão. Ele tinha um milhão de planos e uma vida inteira pela frente. Ela preparava o enxoval para se casar em dezembro. Ele planejava viajar no carnaval. Ela deixou um quilo de carne descongelando em cima da pia: faria no almoço um deliciosos macarrão. Ele iria se matricular na academia para entrar em forma para o verão. Não deu tempo. Nunca dá. A gente só compreende essa urgência quando a morte atrevida decide se manifestar. E leva quem a gente ama e ainda tanto a viver. Acompanhar o crescimento dos filhos, viajar, envelhecer.
O que torna tudo tão urgente é que quando a gente nasce, já começa a morrer. E quando a finitude se materializa à nossa frente, é que a vida impõe seu verdadeiro sentido. Não devemos desperdiçar, nem os dias úteis, nem os feriados, nem os sábados nem domingos.
Não devemos desperdiçar tempo nenhum que seja. Mas sim, beber, degustar, devorar a vida em toda a sua beleza. Deixando de lado os problemas pequenos, os rancores encharcados de veneno, a mania estúpida de reclamar sem motivo, o hábito medíocre de olhar para o próprio umbigo e invejar a grama do vizinho.
É tempo de agradecer, de amar, de crer no milagre do seu caminho, e não dar espaço para sentimentos opacos, rasos, mesquinhos. É tempo de acumular sentimentos, e lembranças bonitas. A morte não permite que a gente leve na bagagem carro importado, cartão de crédito platinado nem propriedade no litoral. Por isso corte com a mediocridade o seu cordão umbilical. E ame, sorria, diga bom dia plante bananeira, não cuide da vida alheia, se arrisque sem medo do que vão pensar, mude de casa, de trabalho, de namorado, se o atual não mais lhe emocionar. beije um, ou beije trezentos, se assim lhe convir. Tolha  o seu próprio direito de vir e ir. De errar. de amar. Felicidade é uma escolha, alimentada por bons sentimentos. Mas faça tudo o que tiver que fazer, agora, porque no instante a seguir, pode não dar mais tempo.
Não há tempo. Acredite. O amanhã é uma ilusão, e a vida não espera, quando a morte impera, não há negociação. E o trato das duas é uma clausula misteriosa nesse contrato que a gente assina quando começa a viver. E a gente só se dá conta, quando o telefone toca avisando que quem a gente ama acabou de morrer. De desastre, de assalto, de ataque do coração. A morte essa bandida, tem um repertório sem fim. E desafia, assusta e pouco se importa, se tínhamos uma agenda para cumprir na semana, um sobrinho para batizar, roupas secando no varal, celular para buscar no conserto, ou um vinho especial guardado para uma ocasião especial. Ela, a morte é implacável até não poder mais. E quando se manifesta ao nosso lado desperta essa consciência de que não há prazo fixo de validade. Ela pode vir aos noventa ou aos trinta de idade. A única certeza é que ela vem sem avisar, e chega de repente só pra contrariar. Metida, pirracenta, polêmica, exibida, transbordando em pretensão? Ou sábia, e serena que aparece no fim da nossa missão? Eis o outro mistério que não dá tempo para compreender. Aliás não dá tempo de nada. Nem pra mágoa, queixume, ou conversa fiada. Só dá tempo é de viver. Viver em tempo integral. ANTES QUE O NOSSO FILME ACABE E AS LEGENDAS ANUNCIEM O FINAL .ASSIM É O CONTRATO ENTRE A VIDA E A MORTE.
 
BHAYSING
 
 


O AMOR TEM UM LIMITE QUE SE CHAMA DIGNIDADE





             

O amor tem um limite: a dignidade. Porque o respeito que cada um de nós temos por nós mesmos tem um preço muito alto e jamais irá aceitar cortes para saciar um amor que não é suficiente, que machuca e nos deixa vulneráveis. O amor é curto e o esquecimento é muito longo. Mas no entremeio sempre há aquela luz que se acende de forma natural nas noites escuras para nos indicar onde é o limite, para nos lembrar que é melhor um esquecimento longo do que uma grande tormenta na qual acabamos vendendo a nossa dignidade.
Acredite ou não, a dignidade é esse elo frágil e delicado que tantas vezes comprometemos, que pode romper e desfazer as ligações dos nossos relacionamentos amorosos. Há muitas ocasiões em que cruzamos essa fronteira sem querer até nos deixarmos levar por alguns extremos nos quais nossos limites morais tornam-se fracos, pensamos que por amor tudo vale a pena e que qualquer renúncia é pouca. Porque o amor e dignidade são duas correntes em um oceano convulso, no qual até mesmo o marinheiro mais experiente pode perder o rumo.
O ORGULHO E A DIGNIDADE DO AMOR PRÓPRIO: Muitas pessoas costumam dizer que o ego alimenta o orgulho e o espírito alimenta a dignidade. De qualquer forma, estas duas dimensões psicológicas são duas habitantes cotidianas das complexas ilhas de relacionamentos amorosos, que às vezes costumam ser confundidas. O orgulho, é um inimigo bem conhecido que costuma ser associado ao amor próprio. No entanto, ele vai  um passo além, pois o orgulho é um arquiteto especializado em levantar muros e cercas nos nossos relacionamentos, em decorar cada detalhe com arrogância e encontrar o ser uma vítima, em cada palavra.
Apesar de todos estes atos destrutivos, o que realmente está mascarado é uma baixa autoestima. Enquanto isso, a dignidade é justamente o contrário. Ela age o tempo todo a ouvir a voz do nosso "eu" para fortalecer o ser humano mais belo, o respeito por nós mesmos sem esquecer o respeito pelos outros. Aqui o conceito do amor próprio adquire o seu pleno significado, pois se alimenta dele para se proteger sem prejudicar os outros: sem causar "efeitos colaterais", mas validando em todos os momentos a própria autoestima.
A DIGNIDADE TEM UM PREÇO MUITO ALTO: A dignidade não se vende, nem se perde nem se presenteia. Porque uma derrota a tempo sempre será mais digna do que uma vitória se conseguirmos sair "inteiros" dessa batalha, com o queixo erguido, o coração inteiro e uma tristeza que vai acabar renovando as esperanças.
As pessoas costumam pensar que não há nada pior do que ser abandonado. por alguém que amamos. Não é verdade, o mais destrutivo é se perder amando quem nos ama. No amor saudável e digno não se encaixam martírios ou renúncias, aquelas em que dizemos que vale tudo só para estar ao lado do ser amado. Não adianta nos posicionarmos à sombra, onde já não irão mais restar dias ensolarados para o nosso coração nem estímulos para as nossas esperanças.
Por isso, e para evitar cair nestas correntes emocionais convulsivas, vale a pena refletir. Nos relacionamentos amorosos os sacrifícios tem limites. Não somos obrigados a responder a todos os problemas do nosso parceiro\a, a oferecer ar sempre ele\a quiser respirar, nem a apagar a nossa luz para que a dele\a brilhe.
Lembre-se de onde está  o verdadeiro limite: na sua dignidade. O amor se sente, se toca e se cria todos os dias. Senão percebermos  nada disso, pedir não vai adiantar nada, assim como não adianta esperarmos sentados que aconteça um milagre que não tem sentido. Assumir que já não somos amados é um ato de valentia que vai evitar que fiquemos à deriva em situações delicadas e destrutivas.
O amor jamais deve ser cego. Por muito que se defenda esta ideia, é necessário lembrar que sempre será melhor se oferecer a alguém com os olhos bem abertos, o coração entusiasmado e com dignidade muito alta. Só então seremos autênticos arquitetos destas relações dignas que valem a pena, onde sim pode-se respeitar e ser respeitado, criar todos os dias um ambiente saudável onde nem "tudo vale", sem jogos de poder nem sacrifícios irracionais. A dignidade é e será sempre o reconhecimento de que somos merecedores de coisas melhores, porque sempre será melhor uma solidão digna do que uma vida de carências, do que relacionamentos incompletos que nos fazem acreditar que somos atores secundários no teatro da nossa existência.
NÃO PERMITA ISSO, NÃO PERCA A SUA DIGNIDADE POR NINGUÉM
 
BHAYSING
 
 
 
                                        

         

26/04/2018

COMO POSSO FAZER AS PESSOAS GOSTAREM DE MIM?


 


Você costuma se perguntar porque as pessoas não gostam de você? Você quer saber porque algumas pessoas são sempre gostadas?
Todo o mundo quer ser querida e amada. Este é um desejo subconsciente que todos tem desde tensa idade. As pessoas precisam da aprovação de outras pessoas e ficam insatisfeitas senão o recebem. Algumas pessoas gostam de se mostrar. Algumas pessoas Algumas pessoas anseiam por elogios ou aprovação. Eles fazem isso porque querem que as pessoas gostem deles. No entanto, às vezes, as pessoas fazem e dizem coisas que criam o efeito oposto.
Embora alguns fatores estejam fora do nosso controle, somos responsáveis, em grande medida, pela forma como  às pessoas nos tratam esse gostam ou não de nós. Isso significa que há muitas coisas que podemos fazer para aumentar as chances de que as pessoas gostem de nós. Nosso comportamento, ações, palavras e linguagem corporal determinam como as pessoas que conhecemos nos tratam.
Suponha que você entre em uma loja e veja que um dos funcionários está observando você e indo atrás de você com uma cara azeda. Quando você faz uma pergunta, ele responde com impaciência e impolidez. Como você se sentiria? Você gostaria de continuar comprando nessa loja? Você sentiria que gosta do vendedor? Você provavelmente iria querer ir embora e não voltar para a loja.
Agora, imagine que você entra em uma loja diferente, onde você se sente bem vindo. O vendedor sorri para você, é gentil e responde a todas as perguntas com paciência e polidez, e até oferece balas. Você gostaria do vendedor e estaria mais inclinado a comprar, não é? É o mesmo em todas as áreas da vida. Nós gostamos de pessoas gentis e prestativas, e ficamos longe de pessoas desagradáveis.
O que você pode fazer para fazer pessoas como você? Você pode fazer muitas coisas que farão com que as pessoas gostem mais de você, e eu sugiro algumas. Você pode ter se deparado com essas ideias, porque como dizem, não há nada de novo sob o sol. No entanto, lembrete constante é importante. Um sorriso sempre deixará as pessoas mais propensas a gostar de você, mas deve ser natural e real. Falar com calma, a uma velocidade moderada e tom moderado de voz seria útil. Falar dessa maneira transmite a não-agressão e a amizade.
Tente fazer as pessoas se sentirem à vontade em seu redor. Eles precisam experimentar emoções agradáveis quando estão ao seu redor. Evite argumentos desnecessários, especialmente sobre política, religião e crenças. Você pode não concordar com as opiniões e o ponto de vista de outras pessoas, e está tudo bem, mas não há necessidade de criar um problema ou criar argumentos. Mostre respeito e interesse pelas opiniões e crenças de outras pessoas, mas se elas deferirem das suas, direcione a conversa para outros assuntos. tente se concentrar em acordos. não discordâncias. Isso não significa que você deva mudar de opinião ou desistir. É possível ser gentil e tolerante com pessoas com opiniões diferentes.
Se alguém não quiser falar sobre um tópico em particular, respeite o seu desejo e passe para outra coisa. Não se concentre em si mesmo. Isso vai aborrecer a outra pessoa. Concentre-se na outra pessoa ou encontre alguns tópicos com os quais você compartilha um interesse. Se você compartilhar os tópicos de interesse de outra pessoa, ele ou ela vai gostar mais de você.
Se alguém parecer cansado ou entediado, pare a conversa ou mude para um tópico diferente. Nunca force as pessoas a ouvirem você. Se eles não estiverem interessados, não os force a ouvir suas histórias, especialmente se as histórias forem sobre assuntos desagradáveis.
Cuidado para não ser intimidante. Algumas pessoas não estão conscientes de que elas intimidam os outros pelo seu comportamento e agressividade. Um comportamento intimidador afasta as pessoas de você. Lembre-se, algumas pessoas são mais sérias e não mostram emoções facilmente, e outras são mais emocionais. Alguns mostram seus sentimentos e outros não. Alguns preferem falar sobre assuntos sérios, enquanto outros preferem falar sobre assuntos de entretenimento.
Se sua atitude faz com que as pessoas se sintam desconfortáveis ao seu redor, como você pode esperar que elas gostem de você? Lembre-se, muito de tudo não é necessariamente bom. Falar demais ou falar muito pouco, fazer muitas perguntas ou não perguntar nada é demais. Você precisa ser moderado em suas ações. Isso aumentará as chances de que as pessoas gostem de você. Tente estar ciente de sua linguagem corporal, comportamento e palavras, já que, como disse anteriormente, eles afetam a opinião das pessoas sobre você. Paciência, tolerância, maneira delicada de responder perguntas, ser atencioso e prestativo, e um pouco de empatia  e mais amor.
 
BHAYSING
 
 
 
 
 
 
 
 
 



24/04/2018

VOCÊ TEM QUE ENFRENTAR TEU DESÂNIMO QUE TE CONSOME E MACHUCA VOCÊ


 




Deixe eu te dizer umas palavras: Todos nós nos sentimos mal de vez  em quando. Existem horas, dias, semanas ou até meses nos quais nossas forças parecem desaparecer. Momentos em que somente existe uma única frase em nossa mente: "estou desanimada". É como se tivéssemos perdido o rumo e não soubéssemos como como enfrentar o desânimo.
É normal se sentir mal de vez em quando. A vida é uma contínua aventura com seus dias bons, mas também existem os ruins e, logicamente os regulares. Mas o que podemos fazer para solucionar este problema? Como enfrentar o desânimo e fazer essa sensação desaparecer? Saber administrar os momentos de tristeza nos trará uma luz que tanto necessitamos nos dias nublados.
Eu dou algumas dicas: Existem inúmeros livros, artigos e revistas que oferecem a mais nova e melhor técnica para nos fazer sentir felizes de maneira contínua e erradicar para sempre os mãos momentos. No entanto, a maioria delas não são realistas ou costumam funcionar somente a curto prazo.
Por esta razão, neste artigo escrevo mão de técnicas, e sim de estratégias para administrar o mal-estar que às vezes nos invade. Logicamente não são remédios milagrosos; é preciso ter esforço, paciência e consciência emocional para conduzi-las, mas uma vez colocadas em ação, seus benefícios serão notadas, principalmente a longo prazo.
Eu diria: aceitar o que está acontecendo, cuidar do corpo, rodear-se de pessoas   queridas, trabalhar as metas. Quando notamos o desânimo, nossa primeira reação é tentar negá-lo enquanto nos distraímos e lutamos contra essa sensação tão desagradável. Afinal ninguém quer se sentir triste.
O certo é que as emoções estão tentando nos mandar  uma mensagem. Na verdade, não são mais do que reações químicas em nosso cérebro, que nos indicam quando algo é bom e quando algo não é. Por isso, focar somente as emoções desagradáveis fruto desse desânimo, e não a sua causa, somente nos provocará um mal-estar maior a longo prazo. Logo a melhor estratégia para quando nos sentirmos mal é aceitar o que está acontecendo e tentar descobrir a razão dessas emoções e para que servem. Para conseguir, uma das melhores formas é  praticar alguns exercícios de relaxamento e meditação.
No cuidar do corpo, Em muitas ocasiões, quando nos sentimos de mau humor, buscamos a causa em circunstâncias externas ou em nossos pensamentos. No entanto, às vezes a origem de nosso desânimo está mais com a química de nosso corpo do que com aquilo que nos acontece. Por isso, para nos sentirmos bem a longo a longo prazo, é fundamental cuidar da alimentação, exercícios e descanso. Mesmo que possa aparecer, à primeira vista, que estes três fatores não possam influenciar nossos momentos de desânimo, a realidade é que o fazem muito mais do que pensamos.
Rodear-se de pessoas queridas, melhorar nossas relações sociais tem um impacto direto sobre nossa felicidade. Trata-se de um dos âmbitos mais importantes da vida. Desde os relacionamentos amorosos até simples amizades, contar com outras pessoas nas quais confiamos e que nos façam sentir apoiados é fundamental para nos sentirmos bem.
Uma das estratégias mais úteis para nossos momentos tristes é sair para socializar com outras pessoas. Mesmo que o mais provável seja que nessas circunstâncias não queiramos fazer nada, no momento em que quebramos esse manto de solidão que nos envolve e entramos em contato com alguém de quem gostamos, nosso humor melhorará consideravelmente.
Por outro lado, se nos consideramos tímidos, melhorar nossas habilidades sociais pode nos servir como catalizador para nos sentirmos melhor com nós mesmos. Assim, uma vez que confiemos em nossa capacidade para conhecer gente nova e se conectar, experimentaremos como nossas épocas de desânimo ficarão no passado.
Devemos focar nossas metas, ou seja, não deixar para depois nossos projetos e objetivos pessoais. Na verdade, pode ser que esse mal-estar venha do fato de termos nos desconectados de nós mesmos, e precisamos reforçar nosso vínculo interno. Não se esqueça de que se priorizar é importante para o próprio bem-estar. Se nos abandonamos e deixamos em segundo plano tudo aquilo que desejamos fazer, é normal que um dia acordemos  com sentimentos de frustração e fracasso. Como você pode ver, é possível enfrentar o desânimo e reduzir essa desagradável sensação que às vezes nos invade. Só temos que estar conscientes dela e pensar no que podemos fazer para solucioná-la.
 
BHAYSING
 
 
 
 

18/04/2018

QUANDO VOCÊ SE CONHECER BEM A SI MESMA, ERRARÁ MENOS E ACERTARÁ MAIS NAS SUAS ESCOLHAS E RELACIONAMENTOS

 




Conhecer-se a si mesmo muito bem, é a tarefa mais difícil pois incita diretamente a nossa racionalidade, mas também coloca à prova nossos medos e paixões. Se conseguimos nos conhecer a fundo, saberemos compreender os outros e a realidade que os rodeia.
O AUTOCONHECIMENTO E A INTELIGÊNCIA INTERPESSOAL. Através do autoconhecimento aprendemos a nos desenvolver com eficácia na vida e a enfrentar nosso dia a dia de forma mais tranquila. Saber realmente como somos, o que sentimos ou que metas queremos alcançar , o que aceitamos ou não aceitamos em nossa vida, são capacidades que se associam à inteligência interpessoal.
Ter inteligência interpessoal significa entender quem somos, saber identificar nossas emoções e agir em consequência disso. Habilidades que nos permitem regular nosso comportamento, resolver problemas de modo eficaz e tomar decisões. Com o autoconhecimento, aprendemos a identificar nossas capacidades e também nossas limitações. Isto nos ajuda a planejar metas de forma realista evitando frustrações futuras. As pessoas dotadas de inteligência interpessoal sabem dominar suas emoções e adequá-las às circunstâncias. POTENCIALIZAR A INTELIGÊNCIA INTERPESSOAL É CONHECER A SI MESMO. É possível aprimorar a inteligência interpessoal? Sim. controle as suas emoções: esta é uma habilidade que você precisa aprender a trabalhar. Controlar não significa não sentir, mas sim saber como agir frente a essa emoção ou sentimento. Aprenda a identificar as emoções negativas para transformá-las em positivas. Se você se sente zangado, analise o motivo que o faz estar assim e tente redirecioná-lo. Uma dica muito eficaz é rir de alguma trivialidade, este recurso o ajudará a transformar as emoções negativas em positivas.
VIAJE AO SEU INTERIOR: "O autoconhecimento começa pela aceitação. Aceite-se e se conhecerá melhor". Faça uma lista de suas virtudes e outra de seus defeitos. Peça a alguém próximo que faça o mesmo para conhecer qual imagem as pessoas tem de você. Compare ambas listas e tente melhorar aquilo de que não gosta. Observe como as suas emoções influenciam o seu estado de ânimo e procure a forma de transformar as negativas em positivas. Aceite-se como você é: "ninguém pode ser feliz senão se apreciar a si mesmo". Analise quais são suas capacidades e limitações. Fixe metas de curto e médio prazo em função das mesmas. Isto reforçará sua autoestima e lhe ensinará a aceitar-se tal como é. COMPREENDA-SE: Tome nota durante um tempo de como você se sente durante o dia. Quando acorda, à meia amanhã, ao meio dia, à tarde e antes de se deitar. Procure investigar  qual é a causa dessas emoções. Assim, você comprovará como, ao conhecer a si mesmo, suas relações internas e com os outros irão melhorar. "SÓ SABENDO QUEM SOMOS PODEREMOS COMEÇAR A SER MELHORES PARA NÓS MESMOS E PARA OS OUTROS"
BHAYSING



17/04/2018

MAS PORQUE O AMOR JÁ NÃO DURA TANTO TEMPO?

 
A vida nos está mostrando que o amor já dura menos nos tempos atuais. Triunfam os serviços a domicílio, ganha tudo o que é instantâneo. Os investimentos que tem incertezas e demandam tempo causam medo. Verdade, os casais relativamente jovens que acumulam anos juntos são uma espécie em perigo de extinção. Os mais jovens dizem que antes de encontrar o amor para sempre é preciso ter vivido o amor por um tempo. O que os jovens não sabem é que à medida que ficamos mais velho, acumulam manias e tudo fica e tudo fica mais complicado para o cupido. A medida que envelhecemos não apenas ganhamos rugas, mas também ganhamos arestas e perdemos paciência. Talvez ganhamos desta última com amores incondicionais, como pode ser a nossa família, mas a perdemos para aqueles amores que ainda não são e que demorarão para ser. Porque toda a confiança precisa de espaço e carinho.
"O AMOR É O ESPAÇO E O TEMPO MEDIDOS PELO CORAÇÃO" A pouca atração. Exceto pouquíssimas exceções, se um jovem deseja viver fora do domicílio familiar e enfrentar os gastos que demanda este tipo de independência, as estatísticas dizem  que precisará trabalhar muitas horas. Exceto em pouquíssimos trabalhos, o preço por hora é baixo, os aluguéis elevados, a eletricidade e o gás um luxo, e as férias, férias? Isto faz as preocupações crescerem. as horas de sono minguarem, e gastamos o tempo que temos para os relacionamentos com mensagens concentradas de voz e letras através do telefone.
Isto pode valer a pena por um certo tempo,  mesmo que dura a inércia inicial, até que duas pessoas se levantam da mesma cama assim como fariam dois desconhecidos. Com a mesma esperança, com o mesmo desapego. Vivemos mais anos, mas somos atraentes durante menos anos. Contamos com cremes, mas não encontramos a alegria. Essa que produz sorrisos e que alimenta a generosidade. Passamos uma imagem na rede e convivemos com outra diferente, porque se fossemos sinceros, deveríamos reconhecer que quando colocamos um gesto na foto, já estávamos enganando. O AMOR EM TEMPOS DIFÍCEIS.
Então, o amor precisa fazer um exercício de sobrevivência, porque não é alheio a este ritmo de vida que nosso entorno impõe. Sofre com os novos canais de comunicação porque um "amo você com fotos" será a mesma coisa com um de palavras com um belo ramalhete de rosas e um olhar. Um passeio pelo parque com frutos secos e esperanças nunca será a mesma coisa que um jantar por Skype torcendo para o sinal não falhar.
Se os meios com os quais cuidamos do amor são muito piores, é normal que o amor agora seja mais frágil, que resista menos e que seja mais massacrado
Nos rendemos antes porque supomos que o outro também pode fazer o mesmo. Vamos fazendo as malas antes de cortar o relacionamento porque não nos sobram os recursos para continuar depositando-os em uma promessa improvável. Somos conscientes, mais do que nunca, da mortalidade do amor e das consequências do seu fracasso. Não nos damos a oportunidade de experimentá-lo  porque não podemos permitir que nossa rotina desabe caso ele falhe. Uma coisa que nos afeta tanto, quando temos muitas coisas que já nos afetam pouco, não é aceitável.
A realidade já é bastante instável para confiar que um desconhecido atraente possa ter pintas no seu corpo que um dia iremos saber de cor.
Então, amar hoje em dia é complicado. Os obstáculos são muitos maiores que antes, por mais que os amantes não pudessem se ver sozinhos ou por mais que as carícias em público fossem motivo de censura. Então matamos um monstro para criar outro muito mais poderoso e que dá mais medo ainda. Dessa forma, talvez tenhamos evoluído em muitos aspectos, mas o fato é que os tempos modernos são tempos mais revoltos do que nunca para o amor.
 
BHAYSING