A DOR QUE MACHUCA É A DOR QUE ENSINA.

POR MAIS QUE CHORES E SOFRAS SEMPRE HAVERÁ UMA SAÍDA.

O TEMPO MUDA AS PESSOAS, MAS AS PESSOAS MUDAM COM O TEMPO.


ELMAR - O CONSELHEIRO CERTO PARA AS HORAS INCERTAS.


15/11/2010

UM ASSASSINATO




O embrião já é um ser humano. Ora o ser humano é criado para a vida eterna, logo, o embrião humano, desde que começa a existir, já faz jus a essa destinação e é por isso que o seu direito à vida esta acima do direito dos homens. Pertence a Deus. Sua destruição, mesmo que vise o bem de outro ser humano, não é lícita, pois existem limites para a ação do agir humano, mesmo porque existem valores que estão acima dos direitos do homem.


Os avanços da ciência e da tecnologia estão levando o homem aos seus limites éticos. Insistir em ultrapassá-los pode levá-lo a um desastre inimaginável; invadir os domínios de Deus pode significar um ato de soberba de conseqüências imprevisíveis.


É claro que nenhum homem pode , por si só, fazer tal projeção. Todavia, justifica-se a pergunta: Poderá alguém, em sã consciência, achar que pode tudo e que não existem limites éticos que restrinjam sua ambição – não estará havendo uma certa semelhança entre este comportamento e aquele que nossos primeiros pais a confrontarem-se com Deus.


Pretende-se, em alguns centros científicos na Inglaterra e nos Estados unidos, justificar a extração das chamadas células-tronco de embriões humanos – procedimento que mata o feto – a fim de cultivá-las, laboratorialmente, transformando-as em neurônios, buscando a cura para o mal de Alzheimer, mal de Parkinson ou, o variando o procedimento, alcançar o mesmo em relação ao Diabete e até o Câncer.


Entretanto, como a ninguém é facultado matar uma pessoa para utilizar seus órgãos em outra, sob nenhuma hipótese, no caso dos embriões a sacrificar, a monstruosidade ética, maior talvez por agredir um ser indefeso, seria impossível de justificar.


No fundo , a violência seria a mesma ainda que para os olhos humanos pareça mais branda. Esta observação contesta a afirmação de um renomado cientista britânico que, empolgado com o poder que percebeu ter em mãos, disse que neste caso o “potencial benéfico supera qualquer dúvida ética e que seria até antiético não usá-la” (o morticínio).


É essa liberalidade um direito moral que guia a mentalidade do homem quando longe de Deus – ele tende a substituí-lo. Esquece-se de que existe um direito que não nasce de conveniências humanas mesmo que estas busquem justificar que se trata de optar por um mal menor para alcançar um bem.


Não há bem real que proceda do mal senão que todo o bem vem do bem absoluto que é Deus. Não se deixe, pois o homem enganar pelos ardis da sua inteligência; use-a,isto sim, para conhecer e conviver com a verdade.


 Elmar